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	<title>Sindicato dos Policiais Federais do Rio de Janeiro</title>
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	<description>Sindicato dos Servidores do Departamento de Polícia Federal no Estado do Rio de Janeiro (SSDPF/RJ)</description>
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		<title>Sindicato fecha convênio com a Unicarioca</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 17:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
		<category><![CDATA[Unicarioca]]></category>

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		<description><![CDATA[A parceria desta vez é com uma das mais tradicionais instituições de ensino superior do Rio de Janeiro. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3299" class="wp-caption alignnone" style="width: 103px"><a href="http://ssdpfrj.org.br/2012/02/sindicato-fecha-convenio-com-a-unicarioca/z-logo-unicarioca/" rel="attachment wp-att-3299"><img class="size-full wp-image-3299" title="Unicarioca" src="http://ssdpfrj.org.br/wp-content/uploads/2012/02/z-logo-unicarioca.gif" alt="" width="93" height="96" /></a><p class="wp-caption-text">Unicarioca</p></div>
<p>O Sindicato dos Servidores do Departamento de Polícia Federal no Estado do Rio de Janeiro (SSDPF/RJ) acaba de fechar mais um convênio oferecendo benefícios a seus associados na área educacional. A parceria desta vez é com a Unicarioca, uma das mais tradicionais instituições de ensino superior do Rio de Janeiro.</p>
<p><span id="more-3297"></span>Há mais de 20 anos no mercado, a UniCarioca consolidou-se como uma instituição preocupada com a qualidade da educação, empregabilidade e acessibilidade ao ensino superior, oferecendo serviços de qualidade com preços acessíveis.</p>
<p>Sempre preocupada com a excelência de ensino, oferece a todos a oportunidade de inclusão no mercado de trabalho com todas as ferramentas necessárias para sua competitividade. Hoje, são 12 cursos de graduação, com mais de 7.000 alunos distribuídos em cinco unidades: <a title="Rio Comprido" href="http://www.unicarioca.edu.br/index.php/unidade/rio-comprido/">Rio Comprido</a>, <a title="Méier I" href="http://www.unicarioca.edu.br/index.php/unidade/meier-i/">Méier I</a>, <a title="Méier II" href="http://www.unicarioca.edu.br/index.php/unidade/meier-ii/">Méier II</a>, <a title="Bento Ribeiro" href="http://www.unicarioca.edu.br/index.php/unidade/bento-ribeiro/">Bento Ribeiro</a> e <a title="Jacarepaguá" href="http://www.unicarioca.edu.br/index.php/unidade/jacarepagua/">Jacarepaguá</a>.</p>
<p>Com uma equipe de mais de 150 professores e 12 coordenadores, a UniCarioca promove uma relação acadêmica estreita, tornando seus educadores não só mestres, mas em orientadores vocacionais.</p>
<p>Mais informações do convênio no sindicato com Tristão pelos telefones (21) 2263-1820 / 2263-9395 / 7821-1761.</p>
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		<title>Associado do SSDPF/RJ tem desconto na Hyundai</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 17:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informes]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3043" class="wp-caption alignnone" style="width: 330px"><a href="http://ssdpfrj.org.br/2012/01/filiado-do-ssdpfrj-tera-desconto-em-honda-e-hyundai/dsc00477/" rel="attachment wp-att-3043"><img class="size-medium wp-image-3043" title="Hyundai" src="http://ssdpfrj.org.br/wp-content/uploads/2012/01/DSC00477-320x240.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Sindicato fecha convênio com a rede de concessionárias Hyundai. Confira a tabela com descontos</p></div>
<p>Confira agora a tabela com os descontos concedidos a associados do sindicato na compra dos modelos Hyundai na concessionária do Recreio:</p>
<p><a href="http://ssdpfrj.org.br/2012/02/associado-do-ssdpfrj-tem-desconto-na-hyundai/sindicato-tabela-3/" rel="attachment wp-att-3284">Tabela Hyundai</a></p>
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		<title>Servidores botam o bloco na rua</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 15:04:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste]]></category>
		<category><![CDATA[servidores federais]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="268" border="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left"></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><a title="Tamanho original" href="http://www.fenapef.org.br/fenapef/imagem/noticia/120215_servidores.jpg"><img src="http://www.fenapef.org.br/fenapef/rimagem/resize/120215_servidores.jpg/400/200/noticia" alt="" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p align="justify">Inconformados com a falta de definição de um nome para assumir as negociações salariais e com a sinalização do governo de que não há espaço para reajustes neste nem no próximo ano, os servidores públicos federais decidiram ir para as ruas. A decisão ocorre no mesmo dia em que serão anunciados cortes de R$ 45 bilhões a R$ 50 bilhões no Orçamento. Reunidos em 30 centrais sindicais, funcionários do Executivo, do Legislativo e do Judiciário iniciam hoje, às 10h, a Campanha Salarial 2012. Eles prometem não dar trégua à presidente Dilma Rousseff e aos seus ministros até conseguirem uma proposta concreta de melhorias.</p>
<p align="justify"><span id="more-3277"></span>A estimativa é de que, hoje, 2 mil pessoas participem da mobilização na Esplanada dos Ministérios. Contudo, para a marcha nacional marcada para 28 de março, a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) espera reunir 15 mil manifestantes. Tanta revolta resulta da percepção de que Dilma está mesmo disposta a arcar com o custo político de bater de frente com o funcionalismo.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify">Apesar das negativas, os servidores já avisaram que, se nada acontecer em um mês e meio, eles vão radicalizar e trabalhar para realizar uma greve geral. &#8220;O prazo é 30 de março. Fizemos um acordo no ano passado para continuar as negociações e queremos uma resposta&#8221;, reclamou Josemilton Costa, secretário-geral da Condsef.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify">O sindicalista explicou que a principal preocupação das categorias é a falta de um interlocutor no governo. Desde a morte do secretário de Recursos Humanos Duvanier Paiva Ferreira, vítima de um infarto em 19 de janeiro, a administração pública fechou as portas para o diálogo com os sindicatos.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify">&#8220;Nas conversas com o Ministério do Planejamento, a informação que tivemos foi de que, enquanto não houver um substituto (para Duvanier), as negociações estão suspensas. No entanto, não estamos tratando com uma pessoa, mas sim com o governo&#8221;, criticou Costa.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify">Pedro Delarue, presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional) e do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), também relatou que, até agora, as entidades sindicais nem sequer conseguiram sentar para discutir com a equipe da presidente Dilma. &#8220;Temos pouco tempo. Como há eleições municipais este ano, até junho tudo deve estar definido. Se não houver mudanças, a alternativa, com certeza, será a greve&#8221;, observou.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify">A previsão é de que os servidores se reúnam hoje com o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, para tratar das reivindicações. Apesar de pedidos reiterados, nenhum encontro foi marcado com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify">Reivindicações</p>
<p align="justify">
<p align="justify">As centrais sindicais querem a extensão, para os servidores de nível superior do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE) e das carreiras correlatas, da tabela salarial da Lei nº 12.277, que, em 2010, definiu reajuste de até 78% a economistas, geólogos, estatísticos, engenheiros e arquitetos. No Judiciário, os funcionários pedem aumento de 56% no vencimento básico e os magistrados aguardam a votação de projetos de lei que concedem reajustes de 14,79% e 4,8%. Se as propostas forem aprovadas, o teto do funcionalismo, hoje em R$ 26,7 mil, ultrapassará os R$ 32 mil.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify">Além das correções salariais, outro pleito do funcionalismo é a definição de uma política salarial permanente e de uma data-base — período em que, a cada ano, patrões e empregados se reúnem para reivindicar a revisão de salário e estabelecer os novos contratos coletivos de trabalho. Os sindicatos também se mobilizam contra a aprovação do regime de previdência complementar do servidor público federal, cuja votação está prevista para depois do carnaval.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify">Pelo Projeto de Lei nº 1992, de 2007, assim como ocorre na iniciativa privada, para conseguir uma aposentadoria acima do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), hoje de R$ 3,9 mil, os servidores terão de investir em um fundo de previdência próprio. Mas, se o texto for aprovado, a nova regra só será obrigatória para os novos trabalhadores que ingressarem no funcionalismo público.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify">582 nomeações</p>
<p align="justify">
<p align="justify">O Planejamento autorizou a nomeação de 40 aprovados no concurso da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). O edital de convocação para matrícula no curso de formação de 25 vagas para oficial técnico de inteligência e 15 para agente técnico de inteligência será divulgado nos próximos dias. Os salários são de R$ 10,2 mil e R$ 4,2 mil, respectivamente, para uma jornada de 40 horas semanais. O Ministério da Saúde foi autorizado a nomear 533 profissionais temporários, aprovados no concurso da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). A contratação será dividida em 171 vagas para nível superior e 362 para nível médio. Também foram autorizadas nomeações de um aprovado no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), seis na Defensoria Pública da União (DPU) e dois no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="right"><em>Fonte: Correio Braziliense</em></p>
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		<title>Comunicado: funcionamento do Sindicato no Carnaval</title>
		<link>http://ssdpfrj.org.br/2012/02/comunicado-funcionamento-do-sindicato-no-carnaval/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 15:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Informes]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_382" class="wp-caption alignnone" style="width: 330px"><a href="http://ssdpfrj.org.br/2011/08/sindicato-celebra-21-anos/sede-sindicato/" rel="attachment wp-att-382"><img class="size-medium wp-image-382" title="Sede Sindicato" src="http://ssdpfrj.org.br/wp-content/uploads/2011/08/Sede-Sindicato-320x240.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Sede do sindicato volta a funcionar normalmente no dia 3 de fevereiro, quinta-feira, após o carnaval sede própria</p></div>
<p>O SSDPF/RJ não funcionará nesta sexta-feira, dia 17 de fevereiro, em conformidade com a portaria 038/2012, expedida pela SR/DPF/RJ. Entre os dias 20 e 22 de fevereiro, segunda e quarta-feira de cinzas, não haverá expediente no sindicato, que retomará normalmente as atividades no dia 23, quinta-feira. Confira o comunicado: <a href="http://ssdpfrj.org.br/2012/02/comunicado-funcionamento-do-sindicato-no-carnaval/comunicado-carnaval/" rel="attachment wp-att-3280">COMUNICADO CARNAVAL</a></p>
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		<item>
		<title>Crise com policiais pode chegar na Polícia Federal</title>
		<link>http://ssdpfrj.org.br/2012/02/crise-com-policiais-pode-chegar-na-policia-federal/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 13:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
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		<description><![CDATA[A categoria fará uma assembleia depois do carnaval e o clima na corporação não é dos melhores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Marcos Wink, alerta que movimentos grevistas de policiais nos estados podem chegar à Polícia Federal a partir do próximo mês.</p>
<p><span id="more-3266"></span>Embora a própria PF tenha exercido papel importante para desocupar a Assembleia Legislativa da Bahia, a categoria fará uma assembleia depois do carnaval e o clima na corporação não é dos melhores.</p>
<div align="justify">Segundo Wink, a PF recebeu o menor reajuste salarial desde o início do governo Lula e não há a menor previsão de novo aumento para este ano. Além disso, Wink criticou duramente a atuação do governo para lidar com movimentos grevistas de policiais:</div>
<div align="justify">- No lugar de resolver o problema, chega lá e coloca o pé no pescoço dos policiais como se todos fossem bandidos. Se foi hoje com eles, pode ser amanhã com a gente!</div>
<div align="justify">Ele afirma que nunca havia conversado com representantes de categorias policiais na Bahia, mas a partir deste episódio foi aberto um canal de comunicação com eles. As articulações já se estendem por outros estados.</div>
<p align="right"><em>Fonte: Portal IG</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Policiais federais fazem assembleia geral dias 28 e 29</title>
		<link>http://ssdpfrj.org.br/2012/02/policiais-federais-fazem-assembleia-geral-dias-28-e-29/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 17:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[adicional de fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[assembleia geral]]></category>
		<category><![CDATA[perseguição]]></category>
		<category><![CDATA[policiais federais]]></category>
		<category><![CDATA[reestruturação salarial]]></category>

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		<description><![CDATA[Na pauta da reunião dos sindicalistas estão temas como a reestruturação salarial, a perseguição a sindicalistas, adicional de fronteiras, ações judiciais e outros assuntos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Marcos Vinício Wink, convocou Assembleia Geral Extraordinário para os próximos dias 28 e 29 de fevereiro em Brasília. Na pauta da reunião dos sindicalistas estão temas como a reestruturação salarial, a perseguição a sindicalistas, adicional de fronteiras, ações judiciais e outros assuntos.</p>
<p><span id="more-3268"></span>Um dos pontos que deve mobilizar a Assembleia Geral da Fenapef é a discussão sobre a reestruturação salarial. Segundo o Planejamento, as negociações devem ser retomadas assim que o novo secretário de Recursos Humanos seja nomeado. Outro tema que deve mobilizar a categoria é o adicional de fronteira. &#8220;A Fenapef, o Sindireceita e a Fenaprf construiram uma agenda com vistas a agilizar a implantação desse adicional o mais rápido possível&#8221;, diz Wink.</p>
<p align="right"><em>Fonte: Agência Fenapef</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sindicatos esperam novo interlocutor com o Governo</title>
		<link>http://ssdpfrj.org.br/2012/02/sindicatos-esperam-novo-interlocutor-com-o-governo/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 22:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Duvanier Paiva]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério do Planejamento]]></category>
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		<category><![CDATA[sindicatos]]></category>

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		<description><![CDATA[A ministra Miriam Belchior ainda não escolheu um nome para substituir o secretário de Recursos Humanos Duvanier Paiva Ferreira, vítima de infarto no último dia 19.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Os sindicatos que representam os servidores públicos estão colocando o governo contra a parede para que defina o interlocutor que assumirá as negociações salariais. Depois da morte do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, vítima de infarto no último dia 19, a ministra Miriam Belchior ainda não escolheu um nome para o substituir.</p>
<p align="justify"><span id="more-3259"></span>O secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Josemilton Costa, afirmou que, não importa quem seja o novo secretário, as centrais sindicais precisam ser atendidas. &#8220;Estamos negociando com o governo, não com uma pessoa. A ministra tem de colocar alguém&#8221;, disse.</p>
<p align="justify">Apesar da demora, os servidores informaram que mantêm o início da campanha salarial para 15 de fevereiro e que, caso a equipe da presidente não apresente uma proposta concreta de melhorias até março, eles devem começar uma greve em abril.</p>
<p align="justify">Para Antônio Augusto de Queiroz, analista político e diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), além da falta de um interlocutor, a própria burocracia no Ministério do Planejamento tornará a relação entre governo e sindicatos conflituosa.</p>
<p align="justify">A seu ver, a reestruturação feita por Miriam em janeiro — com a criação das secretarias de Gestão Pública (Segep) e de Relações do Trabalho no Serviço Público (SRT), no lugar das de Gestão e de Recursos Humanos — vai dificultar as negociações. &#8220;Antes, a área de Recursos Humanos tinha uma base de dados. Com as alterações, vai depender de informações e da concordância do setor de gestão para fechar um acordo&#8221;, criticou.</p>
<p align="justify">O <em>Correio Braziliense</em> pediu esclarecimentos ao Ministério do Planejamento sobre a reestruturação às 16h30 de quinta-feira e, até o fechamento desta edição, o órgão não enviou resposta. Ao publicar o decreto, em janeiro, ele alegou que as mudanças buscam tornar a relação com os servidores mais democrática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="right"><em>Fonte: Correio Braziliense</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fronteiras: Fenapef, Sindireceita e FenaPRF criam movimento conjunto</title>
		<link>http://ssdpfrj.org.br/2012/02/fronteiras-fenapef-sindireceita-e-fenaprf-criam-movimento-conjunto/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 13:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Olímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Rodoviária]]></category>
		<category><![CDATA[Receita]]></category>

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		<description><![CDATA[O dia 29 de março foi instituído como o “Dia Nacional de Mobilização em Defesa dos Órgãos de Fronteira”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="268" border="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left"></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><a title="Tamanho original" href="http://www.fenapef.org.br/fenapef/imagem/noticia/120209_pautaconjunta.jpg"><img src="http://www.fenapef.org.br/fenapef/rimagem/resize/120209_pautaconjunta.jpg/400/200/noticia" alt="" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<div align="justify">
<p>A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), o Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita) e a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (Fenaprf) fecharam um calendário de mobilização conjunta em prol das fronteiras brasileiras e pela segurança dos servidores que atuam nesses locais. A pauta foi definida nesta quarta-feira, 8, em Brasília. Conforme os líderes sindicais, o dia 29 de março foi instituído como o “Dia Nacional de Mobilização em Defesa dos Órgãos de Fronteira”.</p>
<p><span id="more-3257"></span>O calendário de ações ainda prevê atividades institucionais, políticas, governamentais, além de mobilizações das categorias envolvidas. As entidades também definiram as providências para  implementação do adicional de fronteira para estimular a ida e a permanência de servidores nessas áreas.</p>
<p>As entidades envolvidas discutiram exaustivamente ações e estratégias na defesa dos direitos dos servidores e se comprometeram em colocar em prática todas as providências previstas no calendário. Entre as ações estão: o trabalho parlamentar, previsto para iniciar ainda neste mês, o trabalho de convencimento junto às autoridades do governo, por meio do agendamento de reuniões, e a panfletagem de servidores nas áreas de fronteira.</p>
<p>Na opinião da presidenta do Sindireceita, Sílvia Helena Felismino, as fronteiras brasileiras estão fragilizadas e o movimento conjunto busca sensibilizar o Governo Federal para a necessidade de investimentos em pessoal e infraestrutura nessas unidades. “Não podemos mais ficar calados. A onda de violência que assola a nossa sociedade é consequência do total abandono das nossas fronteiras por onde entram todo tipo de drogas, contrabando, pirataria, armas e munições. Queremos chamar a atenção da sociedade para esse problema e encontrar soluções. Do jeito que está o país não tem condições de sediar eventos como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016”, destacou.</p>
<p>Para o vice-presidente da Fenapef, Paulo Poloni, o movimento vai muito além de uma simples reivindicação das categorias. “Entendemos que a violência urbana está diretamente ligada a fragilidade de nossas fronteiras”, disse. O presidente da Fenaprf, Pedro Cavalcanti, destacou que este movimento é o ponto de partida das três categorias para a luta em defesa das fronteiras e também para outras lutas futuras.</p>
<p>Esta é a terceira reunião conjunta das entidades para discutir assuntos relacionados à fronteira brasileira. Outros encontros foram realizados na sede do Sindireceita em 17 de novembro de 2011 e em 24 de janeiro deste ano. O diretor Financeiro da Fenapef, Roger Barros Rezegue e o diretor de Seguridade Social, Naziazeno Florentino dos Santos também participaram da reunião.</p>
</div>
<p align="right"><em>Fonte: Agência Fenapef</em></p>
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		<title>Fundo de previdência do servidor vai para a &#8216;geladeira&#8217;</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 12:17:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na agenda legislativa do Palácio do Planalto, o projeto é definido como "prioridade zero"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table width="268" border="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left"></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><a title="Tamanho original" href="http://www.fenapef.org.br/fenapef/imagem/noticia/120209_maia.jpg"><img src="http://www.fenapef.org.br/fenapef/rimagem/resize/120209_maia.jpg/400/200/noticia" alt="" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em uma manobra que surpreendeu o plenário da Câmara, o presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), interrompeu ontem a ordem do dia, em que seria votada a criação do Fundo de Previdência Complementar dos Servidores Públicos Federais (Funpresp). Na agenda legislativa do Palácio do Planalto, o projeto é definido como &#8220;prioridade zero&#8221;. Mas ontem, quando parte da bancada governista já começava a detectar o risco de uma derrota, a sessão foi encerrada.</p>
<p align="justify"><span id="more-3263"></span>Os deputados se preparavam para votar o texto em um plenário cercado por manifestantes, na maior parte funcionários públicos, incluindo aposentados, todos contrários à aprovação do projeto que muda o regime de previdência dos servidores públicos. Pouco antes das 19h, Marco Maia deixou a sessão, que passou a ser conduzida pelo terceiro-secretário da Casa, Inocêncio Oliveira (PR-PE). Minutos depois, o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), anunciou que a votação do projeto havia sido adiada para a manhã da próxima terça-feira, na semana do feriado de carnaval.</p>
<p align="justify">O processo que levou o projeto à pauta também foi tumultuado. Na terça, os governistas decidiram que o Funpresp só seria apreciado em plenário após o carnaval. Ontem pela manhã, no entanto, o governo decidiu enfrentar a obstrução da pauta da Câmara por partidos de oposição e da própria base aliada e levar o projeto de lei ao plenário, apesar da resistência das bancadas do DEM, do PSol, do PPS e do PDT. A decisão quebrava as negociações travadas com esses partidos, que apontavam na direção do adiamento da votação para o dia 28.</p>
<p align="justify">Mas prevaleceu a análise de Vaccarezza, de que a postergação acabaria encolhendo perigosamente o tempo de tramitação do texto no Senado. &#8220;O governo quer, sobretudo, evitar que a votação do Funpresp aconteça ao mesmo tempo que outras pautas polêmicas no Senado. No Planalto, a avaliação é que, se o Funpresp não for votado antes do Código Florestal, da Lei Geral da Copa e de outros itens da pauta, ele simplesmente não será votado este ano&#8221;, disse um parlamentar da base.</p>
<p align="justify"><strong>Discussões</strong></p>
<p align="justify">A negociação em torno do adiamento da votação ocorreu na terça-feira, em reunião do colégio de líderes da Câmara, e foi avalizada pelo próprio Marco Maia. Também foi o presidente da Casa que havia bancado, no fim de 2011, a postergação da votação para este ano, a fim de evitar a contaminação pela polêmica em torno da PEC que prorrogava a Desvinculação de Receitas da União (DRU).</p>
<p align="justify">Na avaliação de alguns governistas, o presidente da Câmara quis evitar o peso político de uma derrota no plenário da Casa em um projeto importante para o governo. No formato de projeto de lei complementar, o Funpresp precisa de maioria qualificada — 257 votos — para ser aprovado.</p>
<p align="justify">Mas nem todos concordaram com o encerramento da sessão. Vaccarezza, por exemplo, acredita que a proposta poderia ter sido aprovada. &#8220;Foi uma decisão unilateral do presidente da Mesa&#8221;, disse Vaccarezza. &#8220;Tínhamos 451 deputados na Casa, dos quais mais de 320 da base aliada. Nesse universo, o Funpresp teria algo em torno de 308 votos&#8221;, acrescentou.</p>
<p align="justify"><strong>CCJ aprova Ato Médico</strong></p>
<p align="justify">A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou ontem o projeto que estabelece procedimentos que só podem ser feitos por médicos. Entre eles, estão exames invasivos, como endoscopias e biópsias, formulação de diagnósticos, prescrições terapêuticas e emissão de laudos. Antes de ser votado em plenário, o projeto do Ato Médico terá que ser apreciado pelas comissões de Educação (CE) e de Assuntos Sociais (CAS).</p>
<p align="right"><em>Fonte: Correio Braziliense</em></p>
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		<title>Magistrados querem previdência diferenciada</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 11:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Entidades afirmaram que a previdência dos magistrados deve ser tratada em lei complementar e não por lei ordinária.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As entidades representativas de juízes e magistrados anunciaram ontem que são contra o projeto que cria o Regime de Previdência Complementar do Servidor Público e ameaçam recorrer ao próprio Poder Judiciário, caso essa proposta seja aprovada e se torne lei. Em nota, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação Nacional dos Juízes (Ajufe) e a Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra) afirmaram que a previdência dos magistrados deve ser tratada em lei complementar e não por lei ordinária. Eles querem um tratamento diferenciado no novo regime de previdência do servidor público.</p>
<div align="justify">
<p><span id="more-3264"></span>O Palácio do Planalto pressionou a Câmara para votar o projeto ainda ontem, mas não conseguiu. O adiamento gerou um malestar entre o Planalto e o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS). À noite, o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-RS), foi chamado ao Planalto para tratar do assunto. A presidente Dilma Rousseff não autorizou acordo com o PSDB e outros quatro partidos, que sugeriram deixar a votação para depois do carnaval. Diante do adiamento de ontem, o governo tentará votar na próxima terçafeira, mas deve ficar mesmo para depois do Carnaval.</p>
</div>
<p align="justify">Apesar de o rombo do atual regime do servidor ser hoje de R$ 60 bilhões, incluindo civis e militares, as entidades que representam os magistrados alegam que a previdência da magistratura é superavitária e ameaçam ir ao Supremo Tribunal Federal contra a nova lei: &#8221;As entidades defendem a manutenção da previdência pública e consideram que, por disposição constitucional, o regime de previdência da magistratura não pode ser tratado por lei ordinária, o que desafia, em caso de inclusão dos membros do Poder Judiciário no referido projeto, questionamentos perante o Supremo Tribunal Federal&#8221;, diz a nota.</p>
<p align="justify">Para o presidente da Anamatra, Renato Sant&#8221;Anna, o projeto contraria os princípios constitucionais de vitaliciedade e de irredutibilidade dos vencimentos dos juízes. Para ele, acabando com esse princípio, se poderá criar juízes de duas categorias: os atuais, que permanecerão nas regras atuais, e os novos, que seriam submetidos ao novo regime — regra que valerá para todos servidores públicos.</p>
<p align="justify">— Poderia se criar juízes de primeira e de segunda categorias, e vamos ao Supremo impedir isso — disse o presidente da Anamatra.</p>
<p align="justify">Na mesma linha, o presidente da Ajufe, Gabriel Wedy, disse que os magistrados contribuem com 11% dos seus vencimentos, e que a Constituição prevê que eles tenham uma previdência pública.</p>
<p align="justify">— Essa questão não pode ser trada por lei ordinária, como o projeto de lei, apenas por lei complementar. Se for sancionada, vamos impugnar através de uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) — disse Wedy.</p>
<p align="justify">As entidades reclamam que não foram ouvidas no debate.</p>
<p align="justify">Nas discussões com o governo, o representante do Poder Judiciário foi o ministro do Supremo Marco Aurélio Mello.</p>
<p align="justify">Por insistência do Supremo, o texto original do projeto foi modificado e permite a criação de até três fundos de previdência, um para cada Poder. O Judiciário queria um fundo separado, o que foi atendido pelo relator da proposta, o ex-ministro da Previdência, Ricardo Berzoini (PT-SP).</p>
<p align="justify">Mas, para as entidades, isso não resolve a questão. Eles disseram que há preocupações ainda com violações da Lei de Responsabilidade Fiscal e pregam mais diálogo: &#8220;Conclamamos o governo federal e o Parlamento a debaterem o assunto de forma democrática, de modo a extrair das discussões o necessário amadurecimento, evitando conflagrações desnecessárias, que têm se tornado a marca das relações entre o poder público e o seu corpo funcional nos últimos tempos&#8221;</p>
<p align="right"><em>Fonte: O Globo</em></p>
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