Policiais federais tem agenda confirmada com o Governo para tratar de reajuste salarial

Última reunião entre governo e policiais aconteceria no dia 18 de abril, mas foi cancelada em razão da falta de representação do DPF

Esta confirmada para a próxima terça-feira, 8, às 17h a reunião entre o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e os policiais federais.  As negociações, que já duram dois anos, tratam da reestruturação salarial e reestruturação da carreira. A última reunião entre governo e policiais aconteceria no dia 18 de abril, mas foi cancelada em razão da falta de representação do DPF.

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DPF atrapalha reestruturação salarial dos policiais

Ausência do representante do diretor-geral na mesa inviabiliza a continuidade do debate que trata da reestruturação salarial de agentes, escrivães e papiloscopistas

DPF atrapalha reestruturação salarial dos policiais

Um breve telefonema de um representante do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão comunicou nesta segunda-feira, 16, o cancelamento da reunião entre o governo e a Fenapef que aconteceria na quarta-feira, 18. Motivo revelado pelo MPOG: O Departamento de Polícia Federal (DPF) não indicou representante para participar do encontro.

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R$ 25 bi é a fatura do servidor federal

Um dos únicos pontos que o governo aceitou discutir foi o do reajuste de benefícios, entre eles, o vale-alimentação

As negociações entre governo e servidores seguiram sem avanço após a reunião de ontem entre representantes das centrais sindicais e o secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça. Os sindicalistas querem reajuste linear de 22,08%, mas o governo não está disposto a pagar esta fatura, que resultaria em um impacto aos cofres públicos de, aproximadamente, R$ 25 bilhões ou 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. As 31 entidades envolvidas na campanha salarial de 2012 prometem deflagrar uma greve generalizada caso não seja alcançado um acordo até 30 de abril. Uma nova reunião foi agendada para 24 de abril.

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”Os servidores receberam o dinheiro de boa-fé”, diz advogado da Fenapef

Quantia se refere a um reajuste salarial de 84,32% concedido por força de uma liminar na década de 1990

A  Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu, na Justiça, a devolução de R$ 564,8 milhões aos cofres públicos, que serão cobrados de 10.848 servidores da Polícia Federal. A quantia se refere a um reajuste salarial de 84,32% concedido por força de uma liminar obtida pelo Sindicato dos Policiais Federais no Estado de Goiás e Tocantins e da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) na década de 1990, sob alegação de supostas perdas provocadas pelo Plano Collor. O valor a ser restituído por policial, em alguns casos, ultrapassa R$ 380 mil. Entretanto, a cobrança é questionada pela categoria, que conseguiu suspender o desconto nos contracheques até que se homologue a quantia exata a ser restituída.

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