Só 3% dos inquéritos acham culpados para assassinatos

A meta estabelecida por governo federal, Justiça e Ministério Público era concluir até o fim do ano passado 143 mil inquéritos abertos antes de dezembro de 2007 e que estavam sem solução

Mutirão nacional lançado com o objetivo de retomar investigações de assassinatos ou tentativas de assassinatos que estavam abandonadas teve pouco efeito prático. A meta estabelecida por governo federal, Justiça e Ministério Público era concluir até o fim do ano passado 143 mil inquéritos abertos antes de dezembro de 2007 e que estavam sem solução.

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Juízes perdem batalha no STF por reajuste salarial

Os magistrados perderam um round no Supremo Tribunal Federal (STF) na luta para conseguir reajuste salarial de 4,8% retroativo a janeiro de 2012.

Os magistrados perderam um round no Supremo Tribunal Federal (STF) na luta para conseguir reajuste salarial de 4,8% retroativo a janeiro de 2012. O ministro Ricardo Lewandowski mandou arquivar o mandado de injunção impetrado, na semana passada, pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), pedindo que o tribunal fixasse o aumento. A entidade alegou omissão do Congresso que não apreciou ainda o projeto de lei enviado pelo próprio STF em agosto de 2011, que reajusta os subsídios da magistratura em 4,8%. Com isso, o vencimento do ministro do tribunal, teto do funcionalismo, passaria dos atuais R$ 26,7 mil para R$ 28 mil.

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Sindicato luta na Justiça contra demolição de capela na sede da PF no Rio de Janeiro

Veja a matéria no Bom Dia Brasil, da TV Globo, com entrevista do presidente do SSDPF/RJ, Telmo Correa.

Sob ameaça de demolição, a Capela do Sagrado Coração de Jesus, na sede da PF, é frequentada há mais de 60 anos

Há mais de 60 anos, os fiéis frequentam a Capela Sagrado Coração de Jesus, que fica dentro do pátio da Polícia Federal do Rio de Janeiro. A igreja virou alvo de uma disputa judicial e pode ser demolida. O sindicato conseguiu uma liminar na Justiça, impedindo a demolição. Veja a matéria na integra, no Bom Dia Brasil, da TV Globo, com entrevista do presidente do SSDPF/RJ, Telmo Correa.

Capela vira alvo de disputa judicial no Rio de Janeiro

Igreja fica no pátio da PF, mas pode ser demolida para construção de prédio anexo. Policiais são contra e recorreram à Justiça para impedir a ação.

No Rio de Janeiro, a disputa por uma capela também virou caso de Justiça.
Há mais de 60 anos, os fiéis frequentam a Capela Sagrado Coração de Jesus, que fica dentro do pátio da Polícia Federal do Rio. Agora, ela virou alvo de uma disputa judicial e pode ser demolida.

A superintendência da PF quer usar o espaço para a construção de um prédio anexo. Só que os próprios agentes são contra e entraram na Justiça para impedir a demolição. Eles já conseguiram uma liminar.

“Entendemos que, tecnicamente, um engenheiro pode resolver a questão e criar uma nova proposta. Inclusive é de se estranhar essa fúria para derrubar nossa igreja”, comenta o policial federal Telmo Corrêa.

Na semana passada, o Arcebispo do Rio, Don Orani Tempesta, foi à sede da Polícia Federal e benzeu a capela. Levou com ele a imagem de São Sebastião, padroeiro do Rio, homenageado em toda a cidade nesta sexta-feira (20). Foi uma forma de protesto contra a decisão de derrubar a capela.

O padre da capela reza para que a superintendência da Polícia Federal mude de ideia e permita que os policiais que frequentam a capela continuem tendo um lugar para fazer suas orações.

“Olhar a capelinha é um sinal da benção, é um sinal de Deus, é um sinal da preservação da cultura da gente”, diz o padre Manoel Managão.

Mas o superintendente em exercício da Polícia Federal do Rio diz que o projeto inicial do novo prédio prevê a derrubada da capela.

“A decisão já veio dentro do projeto, a capela não está tombada. Em face disto ela não foi preservada no projeto original”, afirma Walace Pontes, delegado da Polícia Federal do Rio.

Coaf aponta operações atípicas de R$ 855 mi de juízes e servidores

Um relatório do Coaf (órgão de inteligência financeira do Ministério da Fazenda) revela que 3.426 magistrados e servidores do Judiciário fizeram movimentações consideradas “atípicas” no valor de R$ 855 milhões entre 2000 e 2010. O documento ressaltou algumas situações consideradas suspeitas, como o fato de três pessoas, duas delas vinculadas ao Tribunal da Justiça Militar de São Paulo e uma do Tribunal de Justiça da Bahia, terem movimentado R$ 116,5 milhões em um único ano, 2008.

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