Por: Arnaldo Bloch e Chico Otávio
À exceção dos agentes da Polícia Federal que escoltavam os presos, ninguém se importou com o pequeno grupo que esperava os irmãos Natalino e Jerônimo Guimarães, o “Jerominho”, na porta do 4º Tribunal do Juri, dias antes do carnaval. Aquelas pessoas não estavam ali para protestar em nome das vítimas da Liga da Justiça, a maior milícia da Zona Oeste, liderada pela dupla. A claque queria, sim, aplaudir, render homenagens, celebrar a absolvição dos réus, acusados de tentativa de homicídio, e que continuam presos por outros crimes. Só não foram além porque a Polícia impediu a aproximação.

