Milícias ganham poder à sombra das UPPs

Por: Arnaldo Bloch e Chico Otávio

À exceção dos agentes da Polícia Federal que escoltavam os presos, ninguém se importou com o pequeno grupo que esperava os irmãos Natalino e Jerônimo Guimarães, o “Jerominho”, na porta do 4º Tribunal do Juri, dias antes do carnaval. Aquelas pessoas não estavam ali para protestar em nome das vítimas da Liga da Justiça, a maior milícia da Zona Oeste, liderada pela dupla. A claque queria, sim, aplaudir, render homenagens, celebrar a absolvição dos réus, acusados de tentativa de homicídio, e que continuam presos por outros crimes. Só não foram além porque a Polícia impediu a aproximação.

Clique aqui e leia mais

Fronteiras: Fenapef, Sindireceita e FenaPRF criam movimento conjunto

O dia 29 de março foi instituído como o “Dia Nacional de Mobilização em Defesa dos Órgãos de Fronteira”.

 

 

A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), o Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita) e a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (Fenaprf) fecharam um calendário de mobilização conjunta em prol das fronteiras brasileiras e pela segurança dos servidores que atuam nesses locais. A pauta foi definida nesta quarta-feira, 8, em Brasília. Conforme os líderes sindicais, o dia 29 de março foi instituído como o “Dia Nacional de Mobilização em Defesa dos Órgãos de Fronteira”.

Clique aqui e leia mais

PF se arma para prevenir crimes eletrônicos

Aprovado como um investimento estratégico para a Copa do Mundo de futebol de 2014, o projeto Oráculo, do URCC (Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal), tem como objetivo o combate aos crimes de alta tecnologia por meio da inteligência digital. Em fase de seleção de ferramentas, tecnologia e parceiros, ele tem recursos iniciais já destinados pelo governo de R$ 500 mil, mas são esperados mais investimentos visando a sua conclusão em 2013.

Falta de pessoal vai afetar ação da PF na Copa em SP e no RJ, diz sindicato

 

Foto: Foto: Roney Domingos/ G1
O presidente do Sindicato dos Servidores da PF em SP, Alexandre Santana Sally

Anunciado para o primeiro semestre deste ano, o concurso para admissão de 1,2 mil agentes, delegados e papiloscopistas na Polícia Federal não será suficiente para atender a demanda por policiais federais nos serviços de imigração, segurança de chefes de estado e em locais de competição na Olimpíadas e na Copa do Mundo de 2014, diz o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis Federais do Departamento de Polícia Federal do Estado de São Paulo (Sindipolf), Alexandre Santana Sally.

Clique aqui e leia mais