União terá que pagar R$ 30 mil para delegado da PF acusado de desacato

Ele não pôde assumir o cargo de delegado da Polícia Federal após ser desligado do curso de formação profissional em 2001. O candidato teria cometido desacato, falta de natureza grave.

A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, em decisão unânime, o pagamento de R$ 30 mil por danos morais para delegado da Polícia Federal acusado de desacato durante o curso de formação. Aprovado no concurso, ele foi impedido de tomar posse em razão da acusação, e pretendia aumentar o valor da condenação para mais de R$ 700 mil, com a inclusão de danos patrimoniais.

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Decreto oficializa controle de bens de policiais

Um decreto publicado ontem pelo governador Sérgio Cabral no Diário Oficial enfim abre caminho para o estado apertar a fiscalização da evolução patrimonial de bombeiros e policiais civis e militares. Pelo texto, a posse e o exercício de cargos nas corporações ficam condicionados à declaração de bens não só do servidor, como de seu cônjuge ou companheiro, filhos “ou outras pessoas que vivam sob a sua dependência econômica”. A medida oficializa uma intenção anunciada em janeiro de 2007, quando o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, assumiu o cargo.

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Policiais federais definem ações da categoria

Lideranças sindicais estão reunidas em Brasília em Assembleia Geral Extraordinária da Federação Nacional dos Policiais Federais. Na terça, 28, os policiais discutiram assuntos gerais e a reestruturação salarial da categoria. Nesta quarta-feira, devem ocorrer as deliberações do Conselho de Representantes. Além da reestuturação, os sindicalistas devem definir estratégias a respeito da  perseguição a sindicalistas e do adicional de fronteira.

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Delegados da PF são acusados de integrar quadrilha dos caça-niqueis

Segundo o MP, já foram cumpridos oito prisões preventivas, 27 prisões temporárias, 10 ordens de condução coercitiva e buscas e apreensões em diversas localidades.

Os chefes da quadrilha especializada em explorar máquinas caça-níqueis em cinco Estados foram presos na manhã desta quarta-feira, 29, durante a Operação Monte Carlo, desencadeada pela Polícia Federal, Ministério Público Federal, com auxílio da Receita Federal. Segundo o MP, já foram cumpridos oito prisões preventivas, 27 prisões temporárias, 10 ordens de condução coercitiva e buscas e apreensões em diversas localidades. Entre os presos, que já estão na sede da PF, em Brasília, está o líder da quadrilha, Carlinhos Cachoeira, que determinava o fechamento e abertura de casas de jogos no território de seu domínio.
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